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sábado, agosto 8, 2020
Festival Mix Brasil

Agora É Que São Elas: Uma conversa de mulheres para mulheres

O avanço da onda conservadora na política brasileira e mundial vem de encontro ao surgimento de um levante de mulheres que tem se posicionado e entendido que precisam ocupar seus espaços para serem ouvidas. Uma conversa de mulheres e para mulheres discutirem a importância, as diferenças e as dificuldades de serem ouvidas ou representadas politicamente. Não nos esqueceremos das mulheres que por sua coragem em se posicionar politicamente perderam a própria vida – portanto, dedicamos essa atividade a memória de Marielle Franco! Presente, hoje e sempre.

#AgoraQueSãoElas? Será mesmo a vez das mulheres? Quem são elas?
#NenhumSerHumanoÉIlegal Como mulheres imigrantes se posicionam politicamente em um país que dizque ela não pertence a ele?
#MulherNoPoder Queremos saudar cada avanço das mulheres em busca de espaço político.
#MariellePresente Saudação à vereadora lésbica negra, que foi assassinada.
#SementesDeMarielle Como o legado de Marielle foi reconhecido nas urnas das Eleições 2018?
#AquiEleNãoPassa Nós mulheres somos a resistência contra o neofascismo.
#VidasNegrasImportam Já passou da hora de discutirmos as políticas de extermínio do povo preto.
#SufragistasPósModernas Conquistamos o direito ao voto; o que mais podemos conquistar no meio político?
#RepresentatividadeImporta? Uma mulher conservadora no poder tem a sensibilidade de reconhecer as necessidades de todas as mulheres? Precisamos focar nos recortes?

Participantes

Milena Fonseca Fontes: Mestranda em História Social PUC-SP foi pesquisadora na Comissão Nacional da Verdade (GT13) e na Comissão da Memória e Verdade da Prefeitura de SP.
Marifer Vargas:
Formação em ciências sociais pela UPEL MARACAY, imigrante venezuelana, participou do fórum social 2018. Atua também como educadora social.
Lúcia Udemezue: Educadora do coletivo Manifesto Crespo, produtora da Tsika Cultural e pesquisadora na área de gênero, identidades e relações étnico raciais.
Camila hatano: É educadora social e estudante de psicologia, idealizadora e agente de mídias sociais do “Meu nome é Tereza”, projeto que visa combater à violência contra mulher entre moradores de ocupações em São Paulo.
Duany Santos: É educadora social estudante da USP e diretora Geral do “Meu nome é Tereza”, projeto que visa combater à violência contra mulher entre moradores de ocupações em São Paulo.
Vanessa Siqueira: 
É educadora social e estudante de pedagogia, idealizadora e relações públicas do “Meu nome é Tereza”.
Denise Neri: É educadora social e formada em Recursos Humanos. Idealizadora e diretora executiva do “Meu nome é Tereza”, projeto que visa combater à violência contra mulher entre moradores de ocupações em São Paulo.
Jenifer Costa: formada em artes cênicas na escola superior de artes, Beto Silveira e Nilton Travesso, técnico em cinema pelo programa Sampa Cine, contadora de histórias na Cia feira de fábulas, atua nas áreas de cinema, publicidade e teatro.
Renata Peron: Assistente social, cantora, atriz e ativista, Renata é uma mulher trans que conhece as demandas da população LGBTQ+ e que luta pelos direitos humanos.
Debora Camargo (Mediação): Mestre em Linguística e Semiótica e especialista em literatura lésbica.

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