SAÚDE

Curadoria: É DE LEI + NUDHES + PAJUBÁ

Acende a luz do quarto escuro! Por que a gente (só faz e) não fala de nossas práticas sexuais?
DEBATE + WORKSHOP
Pessoas LGBTI+ que fazem e pensam sexo de formas consideradas não convencionais, bora começar a conversar sobre as nossas práticas sexuais dissidentes? Por serem às vezes malvistas mesmo dentro da nossa comunidade, pouco se trocam experiências – e, mais importante, nada se fala sobre como gerir eventuais riscos de cada uma.
#BDSM Quais são os cuidados éticos práticos? Como definir consentimento?
#GoldenShower #Suruba #PodeLeitar #Scat #FF Por que somos
estigmatizados quando propomos práticas sexuais para além do baunilha? Como prevenir o
moralismo e trocar experiências sobre as formas mais saudáveis de praticar nossas escolhas?
#QuandoOFeticheÉEscroto E quando o fetiche desumaniza um corpo negro, gordo
ou trans?
#SexParties Quais são os desafios de promover um espaço seguro para práticas sexuais
em festas e lugares de encontro? Que outros recortes estão em jogo?
#EuSouGP Como operam profissionais sexuais hoje? Como a internet transformou o
mercado da prostituição e como isso impactou a vida desses profissionais?
#GestãoDeRiscos Sem moralismo, mas com cuidado mútuo. Como gerir os riscos físicos
e emocionais da putaria?
#PósPornôFeminista Quais são as outras possibilidades de uma estética pornográfica?

Participantes
Thiago Alberto: Produtor e colaborar do festival PopPorn e também co-criador da Dando, festa que une fervo e luta, debatendo e quebrando tabus sobre sexo e saúde sexual.
Flip Couto: Idealizador do Coletivo Amem, Festa Amem e Cremosissima (festa erótica negra).
Paulistano, negro, gay, soropositivo reflete em seus trabalhos autorais a contemporaneidade através do corpo criando novos espaços e linguagens de diálogo mergulhando em discussões sobre negritudes, HIV/Aids, masculinidades, sexualidade e culturas urbanas.
Blessed Boy: Garoto de programa, modelo Pornhub e ator pornográfico independente.
Guilhermina Urze: Uma puta mulher…
André Fischer (Mediação): Diretor do Festival MixBrasil

Sexo, drogas e gestão de prazeres: papo reto sobre colocação
Um papo que é difícil ter sem acessar um discurso moralista: drogas. Nossa comunidade usa drogas, fato. E nós sabemos que isso pode ter vários motivos. Quando a colocação é recreativa e quando ela pode deixar de representar algo prazeroso? Vamos falar de autonomia e autocuidado?
#ChemSex Como podemos redobrar o cuidado, sinalizar e respeitar limites no
meio do bafo?
#ApologiaAoCuidado Como entender nossos limites e como perceber um
pedido de ajuda da mana ao lado?
#CuidadoXMoralismo Quando o cuidado de alguém se transforma em
moralismo? Como não ser essa pessoa? Ao mesmo tempo, como zelar pelo nosso
bem-estar de forma coletiva?
#DrogattA Como mulheres estão se protegendo mutuamente e evitando
assédios na colocação?
#DescriminalizaJá Vamos falar de políticas públicas sobre drogas?

Participantes
Karin Di Monteiro Moreira: Mãe, bióloga, mestre em Psicobiologia, doutora em Ciências, Pós-doutoranda em Farmacologia, redutora de danos
no Projeto ResPire/Centro de Convivência É de Lei, membra da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas.
Ana Cristhina Sampaio Maluf: Farmacêutica, mestre em Neurociências, redutora de Danos no Projeto ResPire/Centro de Convivência É de Lei, membra da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas.
Henrique Carneiro: É professor de História Moderna da Universidade de São Paulo (USP). Tem experiência na área de História, onde leciona e desenvolve pesquisas em História da Alimentação, das Bebidas e das Drogas.

HIV não é vergonha, e nem só sobre saúde
DEBATE COM TROCA DE EXPERIÊNCIA
Quando se fala em HIV, o foco é prevenção. Isso é superimportante, mas acaba apagando uma outra discussão. Que tal falarmos também de quem já vive com HIV e sofre discriminação e sorofobia (Mais um termo para aprender? Resposta: Sim!) dentro e fora da nossa comunidade? Como pessoas que vivem com HIV/Aids (PVHA) que revelam sua condição sorológica inspiram mudanças, e que mudanças são essas?
#OEstigma Por que pessoas que vivem com HIV são discriminadas nos espaços sociais,
culturais e sexuais? Como naturalizamos isso?
#UmEmCadaQuatro 25% das gays de São Paulo vivem com HIV.
#Sorofobia Mais um armário para lidar? Como se fortalecer coletivamente para enfrentar
essa situação nas relações sexuais, afetivas e laborais?
#HIVeRacismo Já reparou que a gente falava mais de HIV quando os brancos morriam?
Como o racismo afeta as políticas de saúde, colocando a população negra mais em risco? Como a
comunidade preta que vive com HIV responde a essa violência?
#HIVeImagem Como se dá a representação de PVHA de forma afirmativa? Vamos trocar
filmes, séries e imagens que nos fazem bem?
#MachismoEHIV Como o machismo inviabiliza as mulheres que vivem com HIV e quem
são AS ativistas, artistas e realizadoras que estão dando o nome na militância em São Paulo e no
mundo?

Participantes
Carlos Henrique Oliveira: Mestrando em Ciências Humanas e Sociais, militante do coletivo Loka de Efavirenz, da Rede de Jovens SP+ e da Resistência/PSOL.
Brunna Valin: Orientadora Socioeducativa, militante ativista do movimento LGBT/AIDS.
Bianca Mafre

 

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